Não é história de pescador

Não nos banhamos duas vezes no mesmo rio! E para muitos, tal situação valeria um autoafogamento não fosse sua impossibilidade. Mas há uma fonte não tão escondida que parece distribuir um tipo bem especial de rum: o prazer. Quem bebe dele, embarca numa tão ou mais especial. Que é o poder conversar três vezes com o mesmo peixe ao mesmo tempo em que se prepara a isca.

Isaias Bispo de Miranda – 28 de agosto de 2019

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s